Viés de recência: o que aconteceu ontem parece que vai continuar
3 min de leitura · trilha Psicologia do investidor
O cérebro dá peso desproporcional ao que aconteceu recentemente. Um ativo que subiu forte nos últimos meses "parece" destinado a continuar subindo; um que caiu "parece" condenado a cair mais — mesmo que o motivo original da alta ou da queda já tenha mudado.
Mercados historicamente se movem em ciclos, com fases de reversão à média (ativos que sobem demais tendem a esfriar; os que caem demais, a esfriar a queda) — mas ninguém sabe o timing disso com precisão, e extrapolar a tendência recente pro infinito é uma aposta, não uma certeza.
Um hábito simples ajuda: antes de decidir com base "no que está acontecendo agora", pergunte-se há quanto tempo esse padrão realmente existe — semanas, meses, anos? Quanto mais curto o período, menor o peso que ele merece.
Trilha Psicologia do investidor · 5 lições
- Aversão à perda: por que vender no vermelho dói mais
- FOMO: a pressa de não ficar de fora
- Contabilidade mental: nem todo real vale igual
- Efeito manada: quando todo mundo compra o mesmo
- Viés de recência: o que aconteceu ontem parece que vai continuar
No app (grátis), esta trilha vira uma jornada com quizzes, progresso salvo e lições interativas com documentos reais da SEC e da CVM.
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